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NÃO SE DEVE CONFIAR EM NINGUÉM

waldomelazzo — 12-04-2007 GTM 1 @ 23:22

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Collor, Sarney e Genro
por Ipojuca Pontes

1 - Quinze anos depois de ter perdido os direitos políticos, Fernando Collor de Mello, agora senador, voltou ao palco do Congresso para explicar à nação por que foi destituído do poder central: não teve, diz ele, a mínima chance de se defender. Numa fala que durou três horas, o ex-presidente considerou sua cassação uma farsa manobrada pela oposição e consentida pelo deputado Ibsen Pinheiro, então presidente da Câmara, contando com a conivência do ex-sanador Almir Lando, o relator da CPI de Paulo César Farias (que Collor tinha o dever de mandar prender – e não o fez).

Na tribuna, ao fazer o levantamento cronológico do jogo de cartas marcadas, que o levou ao impeachment, o relato de Collor foi preciso, minucioso e verdadeiro. O ex-presidente não julgou necessário dar explicações sobre as “sobras de campanhas” da Operação Uruguai, sobre o livre trânsito de PC Farias pelos ministérios e “miudezas” tais como a compra da Fiat Elba, denunciada pelo motorista Eriberto. Na certa, imaginou que o fato do Supremo Tribunal Federal julgá-lo inocente, depois de anos de averiguação, era por si uma explicação evidente. Não era e, para os seus opositores, continua não sendo - embora o ex-presidente, na lógica da política, tenha comido o pão que o diabo amassou.

Sob o rolo compressor da esquerda, do centro e da “direita”, Collor foi triturado e chutado do poder sem dó nem piedade, num massacre sem precedentes nos anais da nossa tumultuada história política. E não apenas ele, mas toda uma geração que o acompanhou e sempre pensou em fazer do Brasil uma república democrática e liberal. Eu próprio, dentro do governo, imaginava aprofundar no Brasil a tradição do cinema de livre mercado, que se mantém sem bater a carteira do contribuinte – coisa em que ainda acredito.

Na minha visão, Collor é o exemplo vivo da vítima que se deixa seduzir pelo algoz (os casos de Prestes com Getúlio e da terrorista de São Paulo que se apaixonou em 1970 pelo delegado Fleury, são outros exemplos). O fato é que no seu pronunciamento, Collor, vítima do massacre conduzido pelo petismo, se disse “soldado de Lula e do seu projeto de governo”. Do mesmo Lula que o recebeu no Planalto e que, de fato, foi um dos principais articuladores de sua queda, em 1992, manobrando dia e noite com Zé Dirceu et caterva para derrubá-lo do poder, no pressuposto de que o então presidente era um “débil”, com perfil mental estigmatizado pela “ganância, vontade de roubar e a corrupção”.

Não sei se Collor acha estratégico, por enquanto, tornar-se um “soldado de Lula”, ao tempo em que projeta hipotético retorno à Presidência, da qual foi desalojado. Na América Latina cabe tudo e, recentemente, Alan Garcia, depois de escorraçado do poder, no Peru, voltou à Presidência, lépido, com a mesma conversa nacionalisteira. Quem sabe lá o que se passa na cabeça de um político?

No fundo, Collor é um trouxa: depois de derrotar Lula pensou que era sopa enfrentar uma gente que desde os tempos de Stalin só pensa em tomar o poder em nome da igualdade e da justiça social, mas sempre de olho na grana fácil, nos cargos públicos e nas mordomias sem fim. O fato de se considerar “um soldado de Lula”, soa como um deboche aos que o apoiaram e um desrespeito aos que repudiam o populismo totalitário posto em marcha no Brasil.

2 - Ao nomear Tarso Genro como ministro da Justiça, o presidente Lula, segundo o político César Maia, “repete o ato de Hitler” ao promover, na Alemanha nazista, a figura de Heinrich Himmler à chefia da Gestapo. Não é despropositada a associação que o prefeito do Rio faz entre Himmler, figura de destaque do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP), e Tarso Genro, ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), quem sabe nomeado por Lula para fomentar, no Ministério da Justiça, a “revolução legal”, via o “darwinismo institucional” capaz de legitimar, por exemplo, as invasões criminosas promovidas pelo “movimento social” do MST.

No seu “ex-blog”, o prefeito dá como certa a ação petista dentro da Policia Federal, que, nas mãos de Genro, um militante obstinado, não terá limites em passar informações sigilosas ao setor de Inteligência do PT, sem falar na plausibilidade do uso de grampos contra os adversários políticos e dos riscos que a mídia em geral correrá com o aparelhamento ideológico da Justiça.

O perfil do homem público Tarso Genro é suficientemente conhecido pelo “engajamento”. Para “servir à causa” ele inverte, subverte, negaceia e até mesmo justifica, com a retórica da duplicidade própria às mentes “comprometidas”, qualquer ação mais atrevida no rumo do “socialismo”. Principalmente agora: com o renascer de Fidel e o avanço da revolução bolivariana de Chávez, a saída de Lula será atravessar a “lama burguesa”, ao de leve, mas a todo vapor.

3 - Ninguém pode negar ao senador Zé Sarney, o “bengalinha”, a pecha de estar sempre escorado em projetos que visam dificultar a vida dos contribuintes a partir de leis lesivas e discriminatórias. É dele, por exemplo, a idéia, chupada dos franceses, de criar o Ministério da Cultura, bem como a de copiar dos democratas americanos a lei das cotas na educação, considerada por muitos como inoperante e de teor racista.

Agora Sarney, que depois de 40 anos de mando perdeu o feudo do Maranhão, quer criar o Estado do Maranhão do Sul, fonte de empreguismo, para achatar o governador Jackson Lago, que derrotou Roseana, sua filha, nas últimas eleições.

Sarney, como disse o candidato Lula, em 1989, é um impostor. Quer passar a imagem de um estadista, quando na verdade não passa de um coronelão nordestino. E dos piores: o Maranhão, durante o seu prolongado suzeranato, atingiu alarmantes índices de analfabetismo, mortalidade infantil e baixa qualidade de vida.

PS - Collor, Genro e Sarney têm um elo que os une: alimentar Lula e o seu projeto populista totalitário.


CHORA BRASIL!

waldomelazzo — 11-04-2007 GTM 1 @ 02:50

brasilchora.gif10/04/2007
Repórter Político
Chinaglia acaba com sessões às 2.ªs-feiras

Menos trabalho, mas salário maior. Durou pouco mais de um mês a iniciativa do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), de realizar sessões deliberativas (com votação de projetos) às segundas-feiras. Com o argumento de que essas sessões têm sido improdutivas, os líderes de todos os partidos foram unânimes em reivindicar o fim das sessões às segundas-feiras e foram prontamente atendidos nesta terça-feira (10) por Chinaglia. Em reunião de líderes com ele, também ficou acertada a votação do projeto de resolução que reajusta o salário dos parlamentares dos atuais R$ 12,8 mil para R$ 16,2 mil.

Minha opinião:O Presidente da Câmara com a ajuda dos aliados do governo federal - leia-se amigos do Lula,  aumentou o salário  dos nobres deputados federais de R$ 12.800,00 para R$ 16.200,00. Com esta nova resolução os Deputados trabalharão apenas treis dias por semana, doze dias por mes e setenta e cinco dias de férias. ATÉ QUANDO?:

MANUTENÇÃO.

waldomelazzo — 11-04-2007 GTM 1 @ 02:39

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IRMÃOS CARIOCAS.

waldomelazzo — 08-04-2007 GTM 1 @ 15:05

riopan.jpgA cidade do Rio de Janeiro, conforme pesquisa, é a única cidade do mundo que há vítima por bala perdida.

Como pode uma cidade tão maravilhosa e um povo tão amigo e solidário possuir políticos e autoridades incopetentes que não querem, sim, não querem resolver tão grave problema.

O que fizeram nossos irmãos cariocas para merecer tão duro castigo? Talvez por confiar demais nas promessas dos polícos são obrigados a conviver com esta tragédia. Até quando nós brasileiros vamos suportar vendo nossos irmãos sofrer tanto?

ATÉ QUANDO MEU DEUS!...

TEMOS QUE TER CUIDADO

waldomelazzo — 08-04-2007 GTM 1 @ 14:53

Uma escolha ministerial extremamente grave
Ex-Blog do Cesar Maia

01. Hindenburg e as demais forças políticas alemãs convergentes se dobraram ao partido nacional socialista -nazi- e aceitaram uma coalizão majoritária com Hitler como chanceler (primeiro ministro). A 30 de janeiro de 1933, jurou perante o Reichstag. A composição do governo surpreendeu a seus aliados. Hitler não quis saber do ministério da economia, nem das forças armadas naquele momento. Queria o controle da Polícia. A partir desta foi controlando o próprio Estado por dentro, investigando, reprimindo e eliminando seus opositores. Construiu a Geheime Staatspolizei -conhecida resumidamente como Gestapo- sua polícia secreta, sem farda, que atuou com o poder de uma força armada paralela, sem limites. Inicialmente dirigida por Himmler, e em seguida por Heydrich a partir de 1936 e por Muller em 1939, impôs o terror de Estado a seus adversários políticos e aos que perseguia, usando a eliminação física como penalidade banal.

02. Uma vez no poder a fins de 1917 os bolcheviques organizaram o exército vermelho sob o comando de Trotsky. Para isso chamaram de volta vários oficiais do exército do Czar, especialistas em organização militar. Mas a Polícia deveria ser uma força pura composta exclusivamente de militantes comunistas treinados e automaticamente leais às ordens recebidas. Assim foi criada a Cheka -comissariado extraordinário para o combate à contra-revolução e a sabotagem. Foi sucedida pela GPU -administração política do Estado- e pela KGB que aos moldes da Gestapo e sob o comando de Beria, impôs o terror de Estado e a eliminação física de seus adversários dentro e fora do partido, na lógica estalinista.

03. Para construir e dirigir a Cheka foi chamado Félix Edmundovich Dzerzhinski, polonês de nascimento membro do partido na Lituânia e um dos fundadores do Partido na Polônia em 1900 e que foi transferido ao Partido Bolchevique em 1917, assim que foi solto de uma condenação a prisão de cinco anos. Lenin se referia a Dzerzhisnki como "herói, revolucionário profissional comunista e destacada personalidade do Partido Comunista e do Estado Soviético". Sua importância pode ser medida pela recente inauguração de seu busto por Putin em novembro de 2005.

04. A entrega por Lula da Polícia Federal a um militante partidário como Tarso Genro é fato de extrema gravidade. Será entregar os arquivos, as investigações e a ação da Polícia Federal a um militante político-ideológico que não terá limites para levar as informações para o setor de inteligência do PT, que ficou a descoberto nas eleições de 2006. Que não terá limites em direcionar as operações da Polícia Federal no sentido de seus adversários políticos. Que assombrará as empresas com essa possibilidade tornando os pedidos de financiamento do Partido como ordens implícitas. Que entrará inevitavelmente na vida privada de seus adversários através dos grampos -ditos autorizados. Que trará os meios de comunicação sob o risco de suas operações.

05. Essa decisão equivale potencialmente ao que ocorreu na Alemanha Nazi e na Rússia Bolchevique. Será transformar a Polícia Federal -de fato- num braço da Gestapo, da KGB petista. Nunca em tempos democráticos os governos brasileiros ousaram tanto. Nunca na história política do Brasil em tempos de democracia -desde o Império- se designa para chefiar o ministério da justiça e portanto a Polícia, um militante partidário ideológico. A vocação autoritária de Lula-PT crescentemente nítida se torna agora transparente e translúcida. Que os partidos políticos e os lideres sociais, sindicais e empresariais que não rezam na cartilha petista se cuidem, pois vem aí a Cheka brasileira. Tarso Genro: Lenin, Coração e Mente! Não se trata de crítica, mas de uma publicação sua. Quem viver, verá!

06. A tempo! Entre 14/11/2001 e 3/4/2002 um antigo militante no partido do governo ocupou o ministério da justiça. Foi o suficiente para uma central de grampos cercar a candidata a presidente que se igualava nas pesquisas a Lula. Um dinheiro caixa 2 foi localizado e a candidatura dela desmontada. Coincidência? Reforça a lógica descrita acima? E foram só 4 meses no ministério.

O FIO DA SUSPEITA

waldomelazzo — 05-04-2007 GTM 1 @ 23:19

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O fio da suspeita
por Dora Kramer - O Estado de S. Paulo
A proposta de criação de uma televisão do Poder Executivo não seria, em princípio, uma idéia má. Ainda mais quando se tem o exemplo das televisões dos Poderes Legislativo e Judiciário. Criticadas no início, principalmente a pioneira TV Senado, as emissoras, há que se reconhecer, prestam um bom serviço ao cidadão.

Se, de um lado, alimentam vocações exibicionistas, de outro permitem que a população acompanhe em tempo real, e sem cortes, algo antes só possível a quem tivesse trânsito permitido nas dependências daquelas instituições inacessíveis à maioria.

Há que se reconhecer, em penitência, o equívoco de avaliações da época, que levaram em conta apenas os custos, sem considerar os benefícios.

As transmissões de julgamentos importantes, sessões de votações de interesse público, comissões parlamentares de inquérito, discussões em comissões permanentes, exposições de ministros e mesmo os debates do dia-a-dia no Congresso são politicamente educativos. Para o bem ou para o mal. Ajudam a sociedade a formar juízos.

A TV do Executivo poderia se inserir nesse cenário e é com o argumento desses exemplos que o governo defende a proposta de criar uma estrutura para dar conhecimento de seus atos 24 horas por dia a todo o território nacional.

O problema não é a proposta, mas o que está (ou pode estar) por trás dela e o histórico de quem a faz.

A idéia gerou imediata desconfiança. Plenamente justificada pelo insistente flerte com o autoritarismo e o gosto pelo modo publicitário de governar.

Quem enxerga nas críticas conspiração, vê excessos na liberdade de expressão, não disfarça a preferência pela interlocução via propaganda e desvaloriza a mediação institucional não pode reclamar quando é alvo da suspeita de que esteja querendo criar uma rede de televisão para ter nas mãos um instrumento que lhe permita ignorar todas as demais instâncias da democracia.

Se não é isso o que o governo Luiz Inácio da Silva pretende, é preciso haver uma explicação convincente o bastante para desarmar os espíritos armados não por suposições, mas por fatos objetivos.

Além do quê, o Poder Executivo já tem vários instrumentos à disposição: emissoras estatais de rádio e televisão, A Voz do Brasil, a Radiobrás, o programa semanal do presidente no rádio, a prerrogativa de convocação de rede a qualquer tempo e mais a preponderância do noticiário sobre o governo nos veículos privados.

Se isso não basta é de se perguntar o que, então, bastará para satisfazer a necessidade do governo de se comunicar com a população

ESSE CONGRESSO NACIONAL...

waldomelazzo — 04-04-2007 GTM 1 @ 22:29

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A miss Paraná Jéssica Pereira, que participa na noite desta quarta-feira (4) do concurso "Miss Brasil", em Brasília, afirmou que "ficou meio sentida" com o furto de sua bolsa, ocorrido ontem em frente à sala do presidente do Senado, Renan Calheiros.

Este tipo de ocorrência nas dependências do Congresso Nacional, não é novidade. Por ali passa Sanguessugas, Valdomiros, o pessoal envolvido em CPIs, etc. ATÉ QUANDO?...

CUIDANDO DA SUA SAUDE

waldomelazzo — 04-04-2007 GTM 1 @ 22:16

Em ótima forma
Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – As atividades físicas regulares e a prática de esportes de alta intensidade melhoram a qualidade de vida e diminuem os sintomas de depressão entre mulheres com mais de 60 anos. Essa é a principal conclusão de um estudo realizado por pesquisadores do departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e publicado na última edição do São Paulo Medical Journal.

Os pesquisadores aplicaram questionários sobre a qualidade de vida de dois grupos de mulheres acima dos 60 anos. Um deles era formado pelas 16 mulheres dessa faixa etária que completaram os 15 quilômetros da corrida de São Silvestre – tradicional prova de atletismo realizada no último dia do ano na capital paulista. O outro grupo reunia 15 mulheres saudáveis, mas sedentárias.

As atletas mostraram melhores índices de qualidade de vida em todos os critérios avaliados, segundo Luiz Eugênio Garcez-Leme, um dos pesquisadores. “Sabemos que a caminhada, por exemplo, traz benefícios para pessoas dessa idade. Mas havia muitas dúvidas a respeito de atividades mais intensas, como corridas de média ou longa distância”, disse à Agência FAPESP.

O estudo mostrou diferenças consideráveis entre os dois grupos em termos de capacidade funcional (índice de 98,8 entre as atletas e 73,3 entre as sedentárias), dor (90,6 e 64,9, respectivamente), condição geral de saúde (86,8 contra 66,8), vitalidade (86,2 contra 67,3), características emocionais (89,6 e 60,0) e saúde mental (84,3 e 68,3). Uma das principais diferenças foram os sintomas de depressão, praticamente ausentes entre as atletas.

“Os dados têm limitações, porque se trata de um grupo bastante especial. Essas mulheres mantiveram atividades físicas regulares por longo tempo e estão treinadas e preparadas. Isso não ocorre com a maior parte das pessoas dessa faixa etária, principalmente as mulheres, que antes estavam culturalmente destinadas ao sedentarismo. Mas os resultados direcionam o olhar para uma linha de pesquisa que pode ser muito interessante”, disse Garcez-Leme.

De acordo com o cientista, a pessoa sedentária é definida internacionalmente como aquela que consome menos de 500 quilocalorias semanais em atividades físicas, energia que equivale aproximadamente à despendida em meia hora de exercícios.

A atividade física intensa para idosos tem benefícios e riscos, de acordo com Garcez-Leme. Ela melhora a condição de performance cardíaca, o estado de humor, a condição muscular e diminui o risco de osteoporose. Por outro lado, traz riscos de lesões musculares, fraturas por estresse e alterações na pressão arterial.

“Vimos que as atletas de alta performance têm uma excelente qualidade de vida. Mas é importante dizer ao indivíduo maduro que a atividade física tem que ser acompanhada e bem orientada”, disse.

http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=6677


CALMA PRESIDENTE.

waldomelazzo — 04-04-2007 GTM 1 @ 22:11

lula1.jpgQuanto mais ministros o presidente arranja, mais problemas.

Agora são 37 prá encher o saco dele.

MINHA BELA ITÁLIA

waldomelazzo — 03-04-2007 GTM 1 @ 00:53

Veja que história

CalabriaÉ uma longa história. Já se falava de Itália, pelo menos como entidade geográfica, na época dos etruscos, povo muito civilizado, como testemunham as peças conservadas em alguns museus, sobretudo na Toscana e no Lácio, as regiões dos maiores estabelecimentos etruscos (presentes também na òmbria, na Campânia, em algumas áreas das atuais Emília e Lombardia). Depois vieram os romanos, que, a partir do século III a. C., unificaram sob o seu domínio a península inteira (e grande parte da Europa).

A palavra Itália aparece numa moeda do século I a. C., cunhada pela confederação dos povos itálicos em revolta contra Roma. A moeda encontrada em Abruzzo, em Corfinio, a antiga Corfinium, capital da chamada confederação Itálica. O longo domínio de Roma (do século III a.C. ao século V d.C.) deixou rastros indeléveis na Itália: estradas, aquedutos, templos, monumentos, cidades, pontes, teatros.
MoliseMemórias de um passado remoto e no entanto extraordinariamente presente, visível em cada canto da Itália, tanto no Norte quanto no Sul. Depois da decadência do Império Romano, a Itália foi invadida e dominada durante longos séculos por povos estrangeiros, sobretudo no Sul e na
Sicília. No entanto, graças ao florescimento de cidades-estados independentes no Centro-Norte (Veneza, Florença, Siena, Gênova, Milão), a Itália tornou-se um país florescente nas artes e no comércio, próspero e civilizado. No século seguinte, os pequenos estados independentes não resistiram às invasões de grandes estados como a Espanha e a çustria. Só o pequeno reino do Piemonte permaneceu independente e, depois do parêntese da ocupação napoleônica, tornou-se o "motor" do Risorgimento, o grande movimento que levou, em 1870, à definitiva unidade da Itália, sob o comando da casa real dos Savoia. Depois da Segunda Guerra mundial, em 1946, um referendum popular aboliu a monarquia e proclamou a República. O resto é a história de hoje. Uma história inteira digna de ser vista.

Ministero dei Beni Culturali
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